Cuide da Pintura do Carro, Ela Influencia no Valor da Revenda

Todo o cuidado com a mecânica de um veículo, não é excesso. Se as manutenções necessárias, bem como as preventivas não forem feitas, danos podem aparecer mais rápido do que se imagina. Os carros sofrem um desgaste natural, que pode influenciar na hora da revenda do auto.  O mesmo se dá quando o assunto é referente à pintura do carro. Para quem não sabe, ela não influencia apenas na beleza externa do carro, mas também na temperatura interna do veículo, na reflexão de luz e, principalmente na liquidez do carro, ou seja, quanto ele valerá no momento da revenda.

A cor do carro, hoje, é mais do que estética, é ela quem determina uma série de fatores, desde o valor final na hora da compra quanto no momento da revenda. E isto varia de acordo com o humor do mercado e, mais que isso, com a “modinha” presente em cada região. Embora a cor cinza tenha tomado a mercado, correspondendo a mais de 53% no total de solicitações na hora da venda, a cor preta é mais “adequada” para os modelos de luxo, enquanto o vermelho, é mais lembrado nos esportivos.

Agora, se a cor cinza é a que vende mais, não é a mais segura. Por conta do pouco contraste com o asfalto, nem sempre contribui para a segurança, na hora de evitar um acidente.  Já as cores ditas como moderninhas, como verde claro, amarelo, laranja, têm sido apostas firmes das montadoras. Elas costumam estar associadas ao conceito de condutor mais jovem e desprendido de valores clássicos.

Outra questão que está relacionada diretamente com a cor do carro, é o tipo de pintura. São três os tipos oferecidos pelo mercado automotivo: a pintura sólida, a metálica e a perolada. E disso, ninguém escapa quando compra um zero. Então, caneta na mão, para fazer as contas.

Todos os valores de veículos anunciados tanto pelo fabricante quanto pelo revendedor, são referentes à pintura sólida. A pintura sólida é aquela que recebe apenas pigmentos de cor, já a metálica é aquela que recebe partículas de alumínio que, na incidência da luz, transmite efeitos diferentes de tonalidade. A perolada, por sua vez, é aquela que recebe uma substância conhecida como “mica”, pérola tratada, que conforme a incidência de luz, pode revelar até três tonalidades diferentes de um mesmo tom. Dentre elas, a metálica é a mais cara. Todas elas devem receber os cuidados adequados quanto à lavagem e evitar serem expostas ao sol e chuva, para que não fiquem com o aspecto de queimado.

Então, se a intenção é ter um carro com boa revenda no futuro, o ideal é não fazer economia. Mas, se o dinheiro estiver curto, prefira a pintura sólida. Esta última, é mais depreciada pelo mercado.